terça-feira, 12 de novembro de 2019

Jenilson diz que Gladson prometeu reajuste e agora quer retirar direitos


O deputado estadual Jenilson Leite (PSB), destacou durante seu pronunciamento na manhã desta terça-feira (12), que a reforma da previdência estadual ainda não foi votada por conta do movimento que impediu que o atropelo e falta de respeito com os cidadãos acontecesse no dia que a matéria chegou na Assembleia. “Vejo aqui, o governo através de seu líder querendo vender uma imagem de bonzinho, dizer que a reforma não foi votada para se construir um diálogo. E a história não é bem assim, nós, da oposição e o movimento sindical impedimos que esta reforma não fosse votada ainda porque não houve diálogo, a conversação só ocorreu depois da batalha que travamos nesta casa, pois queriam votar sem ao menos os parlamentares tivesse conhecimento da proposta na íntegra”.

O deputado também enfatizou que a reforma proposta pelo executivo estadual é muito pior do que a do presidente Jair Bolsonaro. “ A reforma do Gladson não altera somente as regras da previdência estadual, ela muda o estatuto do servidor. Retira licença-prêmio, sexta-parte e o auxílio funeral. Ou seja, a reforma deste governo está sendo pior do que a do Planalto”, disse o oposicionista.

Um governo que foi eleito prometendo ajudar o servidor e após nove meses governa fazendo chantagem aos servidores, dizendo que, se a reforma não for aprovada não vai convocar ninguém, é uma tentativa de desinformar a população. “Em campanha dizia que dinheiro tinha, o que faltava era gestão, e agora está com outra conversa, fazendo financiamento e dando como segurança de crédito a retirada de direito dos trabalhadores”.

Fonte: Ac24horas

quinta-feira, 7 de novembro de 2019

Jenilson Leite diz que reforma da previdência não pode ser votada sem que haja diálogo com os trabalhadores


O vice-presidente da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), deputado Jenilson Leite (PSB), criticou na sessão desta quinta-feira (7), a forma como o governo do estado vem conduzindo o processo que modifica a reforma da Previdência Estadual. O parlamentar lamentou ainda a maneira como os servidores públicos foram tratados no parlamento acreano durante a manifestação da última quarta-feira (6).

“Ontem, os servidores ficaram aqui sem água e sem ar-condicionado, um absurdo. Diante disso, eu sugiro que desliguem o ar-condicionado deste plenário para que a gente possa continuar a sessão no calor, como aconteceu ontem enquanto os trabalhadores estavam aqui. Também não concordo que os servidores tenham que ser revistados para entrar nessa casa, o que queriam que eles fizessem? Que ficassem batendo palma lá fora enquanto aqui dentro tramita um projeto que tira os direitos deles? ”, indagou.


Para o oposicionista, o parlamento acreano se transformou num palco de luta dos trabalhadores contra àqueles que querem retirar os seus direitos. “Querem tirar deles os direitos que foram conquistados ao longo dos anos, sem conversar, sem pedir opinião. Querem aprovar essa matéria de maneira truculenta. Por isso eu peço que essa casa retire esse projeto de pauta e chame os servidores para o debate. Caso contrário, vamos continuar lutando até o último minuto para defendermos o direito do trabalhador”, disse.

Ainda segundo o Jenilson Leite, o governo do Estado está quebrando uma regra democrática.

“Do modo que o projeto está ele não pode ser votado hoje e nem nunca nesta casa. Estão quebrando uma regra democrática que é de ouvir a parte mais interessada, por isso eu peço que retire a matéria desta casa e devolva ao governador”, concluiu


quarta-feira, 6 de novembro de 2019

O Governo Gladson quer tirar os direitos dos trabalhadores sem ouvi-los, afirma Jenilson


O deputado estadual Jenilson Leite (PSB), vice-presidente da ALEAC, utilizou a tribuna do parlamento para criticar a forma como o governo vem conduzido o processo que modifica a previdência estadual. Pois além de retirar o direito dos trabalhadores, tem ocorrido sem que haja um diálogo com a classe trabalhadora.

Leite e os deputados oposicionistas estão em plenário e as galerias da ALEAC estão ocupadas por sindicalistas para evitar que o PL seja votado sem discussão, enquanto a base governista aguarda o esvaziamento para cumprir a determinação do chefe do executivo.

Para o deputado, a Assembleia Legislativa se transformou num palco de luta dos trabalhadores contra àqueles que querem retirar os seus direitos. “O governador Gladson mandou um Projeto de Lei da reforma da previdência que retira os direitos dos trabalhadores conquistados ao longo dos anos, sem conversar, sem pedir opinião, e quer aprovar neste parlamento de maneira truculenta. E nós fazemos parte daqueles que achamos que na democracia, é preciso conversar e discutir para se chegar a um consenso, por isso somos contra essa metodologia de querer empurrar de garganta abaixo um projeto que sequer os trabalhadores tem conhecimento, vamos continuar lutando até o último minuto para defendermos o direito do trabalhador”.

Segundo o parlamentar, do modo que o projeto está ele não pode ser votado hoje e nem nunca na Casa do Povo. “Estão quebrando uma regra democrática que é de ouvir a parte mais interessada, por isso eu peço que retire o PL desta casa e devolva ao governador, aí a Casa Civil pedagogicamente chama os sindicatos por categoria e apresenta a proposta, pois nem os deputados conhecem o que está sendo votado”.

Jenilson clamou para que a presidência do legislativo não tornasse esse episódio ainda mais difícil do que já aconteceu na Assembleia. “Presidente, não torne esse episódio ainda mais difícil, pois, por conta da intransigência daqueles que acham que podem aprovar este projeto da mesma forma que aprovaram a LDO, por maioria, mesmo desrespeitando a Constituição, agora querem também  enfrentar essa multidão. Neste caso é diferente, pois é o interesse das categorias. É o interesse do povo acreano que está em debate”.


terça-feira, 5 de novembro de 2019

Quando você não sabe escolher, não pode cobrar resultados


O governador Gladson Cameli (Progressistas) que está completando os  onze meses à frente do poder  executivo,  vivem  dias emblemáticos, principalmente quando o assunto é a escolha de seu secretariado, um desses  casos  foi a vinda de Mônica Fere e dos coronéis importados de Brasília. Pessoas que desconhecem a realidade dos acreanos, sem familiaridade com o sistema de saúde do Acre e sem nenhuma vivência com os profissionais da área. Pelo enredo, o romance  não poderia dar certo. 

Ao todo o governador já substitui   sere secretários, sendo que na Sesacre é a segunda demissão. SECRETÁRIOS QUE CAÍRAM 

1- Alisson - Saúde 
2- Vagner Sales - Secr Rel. Institucionais 
3- Rafael -Planejamento
4- Ney Amorim - Rel Institucionais 
5- Mônica - Saúde 
6- Paulo Wat - Agricultura
7- Rômulo Diniz- Secretário de Polícia Civil 

A indecisão do governador não afeta apenas seus secretários, mas também os seus escolhidos para representa-lo no parlamento. Em dez meses já trocou três vezes de líder. 
1- Gherlen 
2- Tchê 
3- Gherlen

Os importados de Brasília adotaram atitudes nada recíproca com os funcionários que há anos se dedicam a cuidar dos acreanos. Embora ocupasse um cargo de natureza política, Mônica Fere, a mulher que foi trazida pelo governador como sendo a salvação para o caos da saúde, deixa um legado que não orgulha a ninguém, nem mesmo o responsável por sua escolha. 

Durante o tempo que ficou recebendo o erário público, pago pelos acreanos, Mônica e os coronéis da saúde não viajaram uma vez sequer para o interior, para conhecer a realidade da saúde do Acre nos lugares mais longínquos, haja vista que na capital não é segredo para ninguém como está situação. 

O governador, mesmo após um dos membros da equipe ter chamado os servidores da saúde de  vagabundos, não tomou, naquele momento, à medida e a atitude certa. O que já seria motivo para demissão desrespeitar os profissionais de saúde com palavras levianas. 

Minha fala não é nada pessoal contra os importados de Brasília, pelo contrário, desejo que eles sejam felizes de volta ao seu lar. E ao governador Gladson, torço para que acerts na escolha do novo  secretário e equipe. Porque, a cada escolha, ele mostra uma grande fragilidade.

A pergunta que fica é: de quem é o erro? Dos escolhidos ou de quem escolhe?

segunda-feira, 4 de novembro de 2019

Jenilson Leite participa da inauguração de UTI no Hospital Santa Juliana

O deputado estadual e médico infectologista,  Jenilson Leite ( PSB), vice-presidente da ALEAC, participou nesta segunda-feira (4) da inauguração de uma UTI no Hospital Santa Juliana. A construção de mais uma UTI no hospital que pertence a Igreja Católica foi em   parceria com a Faculdade Uninorte. 
A implantação da  UTI custou  cerca de 10 milhões reais, quando mensurada a obra civil e os  equipamentos de última geração. O espaço dispõe de 29 leitos, dentro os quais dois leitos para isolamento de pacientes com doenças infectocontagiosas.
Para o deputado Jenilson Leite, o Sistema Público de Saúde tem tido dificuldade de abraçar as demandas que se apresentam no Estado do Acre, mas quando se olha a inauguração de mais um espaço de saúde, surge uma nova perspectiva de trabalho e de melhoria de saúde. "Quando vemos um empreendimento desse, percebemos que tem pessoas que se preocupam com o próximo, pois aqui é uma oportunidade de emprego para os jovens que estão se formando em medicina, em enfermagem, mas também é um mais local que vai proporcionar saúde aos que necessitam. Parabéns à direção do hospital Santa Juliana e ao Centro de Educação UniNorte pelo investimento", disse o deputado. 
Para o reitor da Uninorte,  Ricardo Leite, o momento é de muita felicidade e alegria para  todos que fazem parte da Uninorte. " A Uninorte ao longo de sua história vem desenvolvendo um trabalho nas suas clínicas, sendo que recentemente criamos a primeira clínica fonoaudiologia, criamos o primeiro curso de medicina privado no Acre. Além disso, o convênio com o Santa Juliana tem trazido grande melhorias para o hospital, aquisição de autoclave novos, nova UTI, novo centro de parto, novos ambulatórios". O reitor mencionou ainda o trabalho social que é feito no hospital pelos profissionais da universidade. " Mensalmente atendemos mais de mil pessoas de forma gratuita em várias especializações. Também criamos a residência médica, na qual os alunos da faculdade irão estar receber seus diplomas no próximo ano e foi aqui que eles aprenderam a exercer suas atividades".
O Bispo Dom Joaquín Pertíñez Fernández, presidente das Obras Sociais da Diocese de Rio Branco, após  agradecer ao  público  presente e aos profissionais que trabalham no hospital Santa Juliana, classificou a solenidade  como um momento histórico. " Para nós do hospital Santa Juliana hoje é um dia histórico, e isso só possível graças a parceira com a Uninorte, na qual agradecemos porque vem dando certo. Temos uma missão de oferecer saúde aos que mais necessitam. Mas ao mesmo instante que me alegro pela conquista de hoje, fico triste pelo projeto que tramita no Senado que acaba com os centros filantrópicos, as obras sociais de saúde. Já vivemos um caos e ainda querem acabar com as casas de misericórdias  que atendem 70% da população pobre?", indagou. 
O ato de inauguração foi prestigiado pelo deputado federal Alan Rick, membros do Ministério Público, médicos e professores universitários.




quarta-feira, 30 de outubro de 2019

Máquina de autoclave do Pronto Socorro pode não estar esterilizando equipamentos cirúrgicos

A saúde pública voltou a ser pauta na Aleac nesta quarta-feira (30). O deputado Jenilson Leite (PSB) levantou a hipótese de que a máquina de autoclave, que esteriliza os equipamentos cirúrgicos, pode não está funcionando adequadamente e colocando em risco a saúde dos pacientes que buscam atendimento no Pronto Socorro de Rio Branco. 
Ele solicitou que a Comissão de Saúde da Aleac faça uma visita ao Pronto Socorro e ao Unacon.  “Aquilo ali do jeito que está não tem como ficar. É preciso que tem que arrumar, do jeito que estar não pode ficar. Parece que os gestores estão gastando energia para construir um formato para vender a saúde do Acre. Você imagine que os equipamentos cirúrgicos estão saindo da autoclave sem saber se estão esterilizados ou não. Isso é urgente que precisa ser feito”, pontua.

Sindicalistas que representam os servidores TJAC são recebidos na ALEAC


Os  deputados estaduais  Jenilson Leite (PSB),  vice-presidente da ALEAC, e Edvaldo Magalhães (PCdoB) receberam os presidentes dos sindicatos que representam o Tribunal de Justiça do Acre: Isaac Ronaltti, do Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário (Sinspjac) e James Cley Nascimento Borges, do Sindojus-AC (Sindicato dos Oficiais de Justiça do Acre) para debater sobre a alteração da LDO, na qual  desrespeitou  o acordo firmado entre os poderes. Os sindicalistas buscam o apoio dos parlamentares para que o acordo entre TJ, Executivo e Legislativo seja cumprido, de que forma que não venha prejudicar os serviços do tribunal, haja vista que a nova LDO que tem sido motivo de muito debate político e provavelmente jurídico,  uma vez  limitou o gasto do poder judiciário estadual.


Antes da reunião com os parlamentares,  os servidores do Tribunal de Justiça do Acre se reuniram em frente ao Palácio da Justiça nesta quarta-feira (30) para cobrarem do governador Gladson Caemli (PP) o acordo firmado na Lei de Diretrizes Orçamentária aprovada em setembro.

Com a alteração da nova LDO, na qual  os deputados de oposição e sindicalistas pretendem acionar a justiça ,   os chefes de poderes ficaram impossibilitados de    conceder ajustes aos servidores e nem promoverem investimentos como aberturas de novos núcleos no interior, por exemplo.

Parlamentares de oposição pretende entrar com uma ação direta de inconstitucionalidade para tornar nula a lei aprovada na Aleac que alterou a LDO.

Para o sindicalista Isaac, a aprovação da  LDO fere a constituição do Estado do Acre e também a autonomia dos poderes." Por isso, buscam o apoio dos  deputados , de forma que não seja um debate político partidário e obscuro, mas uma luta que faça valer os objetivos de nossa causa, que é a independência dos poderes".

Jenilson Leite, que votou contra a nova LDO, disse que a causa dos membros do judiciário terá o seu apoio, pois entende que o que executivo e  base governista fez , fere diretamente a lei maior do estado, que é a Carta Magna estadual.