quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Jenilson pede ao Banco do Brasil a continuidade dos serviços bancários no Jordão


O deputado estadual Jenilson Leite ( PCdoB) protocolou nesta terça-feira, 29, na mesa diretora da ALEAC uma indicação a Superintendência do Banco do Brasil. Através da indicação, o parlamentar pede ao Órgão que continue oferecendo os serviços bancários na cidade através do Banco postal dos Correios, em Jordão. Ou seja, renove o contrato para continuar prestando serviços a população de um dos municípios mais isolado do país.

O contrato entre Banco do Brasil e a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos que tem vigência de cinco anos encerra no dia 02 de dezembro de 2016. No entanto, o BB não manifestou interesse em renovar o contrato, e nem enviou uma nova proposta para participar da nova licitação para continuar o oferecendo os serviços via bancos postais da ETC. O BB alega que os preços cobrados pela empresa para continuar usando os serviços são altos. Por isso, aguarda a abertura de um novo edital.

No município de Jordão, a maioria das pessoas que usam os serviços bancários são clientes do Banco do Brasil. E, também é a única agência bancária da cidade.

Na justificativa da indicação, o deputado demonstra preocupação com o caso. “Se até a data não for renovado o contrato, o Jordão será uma das cidades que vai ficar sem banco. Sabe-se que se isso acontecer, no município do Jordão, a situação ficará muito complicada, pois não terá como suprir a necessidade do município”, explicou.

Ainda segundo o parlamentar, o fechamento do Banco Postal causaria enorme prejuízo aos cidadãos jordanenses e a economia da cidade.” Sabendo que os pagamentos dos funcionários no geral são feitos pelo Banco do Brasil/Banco Postal, o que causaria um retrocesso, onde os funcionários públicos teriam que ir à Tarauacá todos os meses para poder receber seus salários”.

Na tarde desta terça-feira, Jenilson Leite se reuniu com o superintendente do BB no Acre, Paulo Henrique Gomes, para pedir que seja feito a prorrogação do contrato entre as duas empresas. Contudo, Paulo Henrique explicou ao legislador a respeito do contrato entre BB e ETC. ” Temos um contrato com os Correios durante 5 anos, e essa licitação está se encerrando agora dia 2, sexta-feira. Os Correios abriu uma nova licitação, devido o valor ser alto, nenhum banco quis participar”.

Paulo Henrique enfatizou ainda que, a prorrogação deste contrato depende muito da união entre os poderes. Além do mais, requer que essa luta seja encampada na capital do País, local aonde é tomada as decisões das duas empresas.

Da redação ac24horas

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Após mortes em maternidade, mães são ouvidas em sindicância na Aleac Trabalho começou nesta segunda (28) e ao menos 13 mulheres devem depor.


Comissão ouviu Cássia Cristina na tarde desta segunda (28), na Aleac (Foto: Jardy Lopes/Arquivo 
pessoal)


As mães que perderam filhos na Maternidade Bárbara Heliodora, em Rio Branco, começaram a ser ouvidas pela Comissão Parlamentar de Sindicância da Maternidade, que investiga os óbitos na unidade médica. Cerca de 13 mulheres devem ser ouvidas. O trabalho começou na sede da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) na tarde desta segunda-feira (28).


A Secretaria de Saúde do Acre (Sesacre), informou, por meio da assessoria de comunicação, que vai aguardar o relatório da comissão para se posicionar.

A primeira a ser ouvida foi Cássia Cristina, de 23 anos. A jovem viu o sonho de ser mãe pela primeira vez acabar em abril deste ano, quando, segundo a jovem, a equipe médica esperou por quase 48 horas para fazer o parto dela. O Ministério Público do Acre (MP-AC) abriu um inquérito para apurar a morte da criança. Para Cássia, a morte do filho foi causada por erro médico.

"Perdi muito líquido com sangue. Não entendo até hoje porque tive que passar esse tempo e não me operaram antes", relembrou.

A jovem contou ainda que até hoje não sabe a causa da morte do bebê. Cássia ressaltou que em nenhum momento um médico foi conversar com ela para dar mais explicações. Em coletiva feita em maio, a Saúde disse que foram feitos todos os procedimentos para que a criança fosse retirada com vida. Porém, a direção técnica afirmou que o que ocorreu não fugiu da realidade do hospital.
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"Fiquei sabendo por matérias e coletiva de imprensa que ocorreram. Dizem que é comum, normal, mas acredito que em cada mulher é uma dor diferente. Cada mãe precisa de um cuidado especial, mas tratam uma como se fossem todas. Aceitei vir aqui para que outras mulheres não passem pelo que passei. Lembro que sofri demais dentro da maternidade. Senti muita dor", falou. 

Questionada se ainda deseja ser mãe, Cássia responde que sim, mas que tem medo de sofrer novamente. Após sete meses da morte do filho, a jovem se emociona e diz que não superou a perda. "Era meu sonho ter meu primeiro filho. Tenho receio e até hoje não superei a perda do meu filho. Está fazendo sete meses hoje, não sei se consigo novamente", concluiu


Mãe se emocionou ao lembrar dos dias que passou na maternidade e morte do filho (Foto: Jardy Lopes/Arquivo pessoal)

O relator da comissão, deputado Jenilson Leite (PC do B-AC), afirmou que as mães ouvidas foram atendidas na maternidade entre junho de 2015 e junho deste ano. Ao todo, 13 mulheres, do interior e da capital, devem ser ouvidas durante o processo. Ele explicou que as demais mães devem ser ouvidas no decorrer da semana.


"Temos os casos mais questionados, aqueles em que pode ou não ter ocorrido algum problema. São 13 casos. Já identificamos todas. Há uma equipe nossa indo nas casas convidando elas pra virem aqui. Há muitas mães que preferem não vir, apesar do convite feito. Outras disseram que queriam falar", pontuou.

O deputado contou também que a comissão já visitou a maternidade para pegar informações sobre os atendimentos investigados e deve confrontar o material colhido no local com os depoimentos.

"Pegamos informações desde o ponto de vista do atendimento. Agora estamos na fase de buscar informações do ponto de vista de quem foi atendido. Se foi bem atendido, se acha que houve equívoco, problema. Vamos fazer nosso serviço de confrontar essas duas informações e ainda recorrer a uma terceira. Saber como foi o pré-natal dessa mulher que chegou na maternidade, teve o filho e foi a óbito", analisou 


quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Comissão de segurança da Aleac vai à Tarauacá discutir violência e tráfico de drogas


O deputado Jenilson Leite (PCdoB) usou a tribuna da ALEAC na manhã desta terça-feira, 22, para solicitar da mesa diretora do parlamento acreano o deslocamento da comissão de segurança até o município de Tarauacá para discutir a alarmante onda violência que assola a população.

Para o deputado é necessário o engajamento de todos os setores no combate a violência. “Temos que envolver a cúpula de segurança do Estado e a sociedade para que possamos dá uma resposta as mortes que vem acontecendo de maneira contínua no município. Nas últimas duas semanas três pessoas foram mortas”, enfatizou o deputado.

“É do conhecimento de todos que nas últimas décadas o Estado tem se desenvolvido, principalmente em seus aspectos socioeconômicos, ambientais e de infraestrutura das cidades. Todavia, em que pese à inequívoca evolução do período os desafios mudaram, pois sob a influência de vários fatores conjecturais também foi crescente o índice de violência em todas as suas formas: homicídios, latrocínios, roubos, furtos, violência contra a mulher, idosos e crianças”, salienta Jenilson.

Este ano foram registrados 17 homicídios no município, sendo 6 mortes na Zona Urbana, e 11 na Zona Rural. Além de outros delitos como furtos e assalto com arma de fogo em plena luz do dia.

Jenilson aponta como fatores para o aumento da criminalidade o tráfico de drogas. “Infelizmente, está entrando muita droga pela BR-364 e pelos rios. Existe, ainda, uma superlotação do presídio, possuindo 403 presos e pega apenas 80. Outra triste realidade é a existência de drogas nas escolas, que deverá ser reduzida ao máximo, através das políticas públicas para a educação”. Pontuou o parlamentar.

O deputado falou ainda da falta de equipamentos para os Agentes de segurança. “Está faltando bastante equipamentos, como: motos, carros, armas, munições e coletes, considerando que o efetivo é bastante pequeno, e tem feito um ótimo trabalho. Por isso, cobro aqui do Estado que proporcione melhores condições de trabalho aos nossos aguerridos policiais”.

Em 2015 a comissão de segurança da Casa foi a Tarauacá debater o mesmo tema a pedido do deputado. Surtiu alguns efeitos, o combate ao tráfico de drogas aumentou. Os crimes hediondos haviam de certo modos diminuídos.

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Jenilson pede apoio de Ministério para criação de selo de qualidade para açaí


O superintendente do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Luziel Carvalho, recebeu nesta terça – feira, 22, o deputado estadual Jenilson Leite. O objetivo da visita é do Ministério da Agricultura contribuir com o Projeto de Lei que esta sendo elaborado pelo deputado que trata sobre a certificação dos produtores que exercem as boas práticas na fabricação do açaí.

Carvalho elogiou a iniciativa do deputado e diz que este é o caminho para que o Estado possa superar essa crise em relação ao produto açaí. “O açaí tem uma importância muito grande para nossa economia local, por isso, precisamos caminhar juntos no sentido de melhorar a qualidade deste produto. É necessário que o Projeto de Lei esteja em consonância com a legislação federal, por isso, o deputado veio pedir nosso apoio. A certificação federal deste produto é feita pelo
Ministério da Agricultura no Acre. De forma que estamos prontos para colaborar”, explicou Carvalho.

Ficou acertado que na próxima semana Leite enviará uma cópia do Projeto de Lei para que haja contribuição do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento de modo que possam somar forças e assim trazer segurança para os consumidores desse produto. De modo que também não prejudique os negócios desses produtores.

“Nossa intenção e que os negócios cresçam. Mas cresçam com responsabilidade e segurança. Por isso, nos colocamos a disposição do deputado e da Assembleia Legislativa, para que possamos continuar colocando as pessoas sempre em primeiro lugar”, disse o superintendente.

“Nossa intenção é criar um selo de qualidade para todos os produtores que seguem as regras impostas pelo Ministério da Agricultura e estão em dia com a legislação federal. Queremos ter um produto de qualidade e também que esses produtores continuem gerando renda para suas famílias”, enfatizou o deputado Jenilson Leite.

Jenilson Leite repudia fechamento das agências do BB no Acre



O deputado estadual Jenilson Leite ( PCdoB) usou a tribuna do parlamento durante o grande expediente para repudiar o fechamento das três agência do Banco do Brasil, no Estado. 

Para o deputado essa medida vai piorar ainda mais o atendimento prestado pelo Banco aos clientes. Lamentou ainda que o Banco tenha escolhido a agência do município de Assis Brasil. Uma vez que o município fica distante da capital e de outros municípios.


NOTA DE REPÚDIO – BANCO DO BRASIL


A medida anunciada pelo Banco do Brasil, que prevê o fechamento de 402 agências e 379 serão transformadas em postos de atendimento, além de encerramento 31 superintendências em diversos municípios. 

No Acre, a agência do município de Assis Brasil, será transformada em Posto de Atendimento, e em Rio Branco, serão extintas as agências situadas no Bairro Estação experimental e Parque (situada na frente da OCA).

Sabe-se que com essa medida irá piorar o atendimento, que já não é bom. Sobrecarregando as agências e os bancários, causando prejuízos e transtornos à população.

Por isso, deixo aqui, uma nota de repúdio quanto a essa medida, que causará inúmeros transtornos à população Acreana.




  Da Assessoria : Foto Jardy Lopes        

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Jenilson Leite pede regularização fundiária do bairro Cidade Nova em Plácido de Castro


Durante a sessão desta quarta-feira (16), na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), o deputado Jenilson Leite (PCdoB) apresentou duas indicações à Mesa Diretora da Casa para que sejam encaminhadas ao ITERACRE (Instituto de Terra do Acre), solicitando a realização de um processo seletivo para contratação de engenheiros para regularizar a questão fundiária do bairro Cidade Nova, em Plácido de Castro.


O parlamentar defende que seja feita a regularização fundiária no bairro Cidade Nova devido à falta de saneamento, pavimentação e iluminação. Ele alega que os moradores têm sofrido com a falta de recursos no local. A regularização também crêdencia os donos dos lotes a realizarem empréstimos juntos as instituições financeiras para construção de moradias e prédio comercial.⁠⁠⁠⁠

“Esse bairro tem hoje aproximadamente 300 famílias e não dispõe de condições básicas como saneamento, pavimentação e iluminação. Trago uma indicação para que o ITERACRE faça a demarcação das áreas, expedindo a documentação necessária aos moradores, tornando, assim, viável a realização dessas obras"argumentou



Da Assessoria Foto Jardy Lopes

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Jenilson apresenta PL que cria selo de qualidade do açaí


O deputado estadual Jenilson Leite (PCdoB) apresentou na manhã desta quarta-feira (9) um projeto que cria o selo de qualidade do açaí produzido no município de Feijó. O objetivo do projeto do parlamentar é ajudar os produtores é criar a estrutura necessária para garantir a adequação dos locais que produzem o açaí e afastar o fantasma de contaminação do produto que representa uma considerável fatia do setor econômico do município.

“Depois da publicação de notas que atestavam a presença do tripanosoma em algumas amostras, se faz necessário que haja uma adaptação para melhorar a qualidade na produção do açaí. O projeto cria exigências para produção do açaí para que as pessoas se adaptarem e passem por uma fiscalização para que possam receber o selo e poder produzir e comercializar o produto sem deixar dúvida para que compra e consome o açaí de Feijó”, diz Jenilson Leite.

Segundo o deputado, a parceria do Estado será fundamental na questão de estruturação e suporte técnico para adequação das unidades produtoras. “Precisamos que nosso produtores passem por esta adaptação. A presença do Estado se faz necessária para ajudar na questão de adaptação das estruturas dos produtores, só a partir desta iniciativa é que o consumidor terá uma maior tranquilidade para consumir o açaí de Feijó”, finaliza Jenilson Leite.